Censura promovida por Moraes tem de acabar
O jornal sustenta que ordens secretas de bloqueio e proibições de manifestação em redes sociais ultrapassam o combate posterior a ilícitos e entram no terreno da censura prévia.
Uma página dedicada a editoriais e jornalistas que questionaram decisões, métodos ou limites institucionais da atuação de Alexandre de Moraes. Cada card separa claramente opinião de fato noticiado e leva à fonte original.

Os resumos abaixo descrevem o argumento central de cada texto sem transformar opinião em conclusão judicial ou factual.
O jornal sustenta que ordens secretas de bloqueio e proibições de manifestação em redes sociais ultrapassam o combate posterior a ilícitos e entram no terreno da censura prévia.
A colunista do WSJ critica a concentração de poder judicial sobre discurso online e descreve a disputa com o X como um teste de liberdade de expressão e independência institucional.
O editorial acusa Moraes de ampliar decisões de remoção para reportagens jornalísticas e vê nisso uma erosão progressiva da liberdade de imprensa.
O texto questiona a forma da intimação a Elon Musk, as sanções contra a plataforma e a expansão de medidas que o jornal considera incompatíveis com garantias processuais.
O conselho editorial afirma que a suspensão do X e o alcance das ordens de remoção criaram uma ameaça desproporcional à expressão online, mesmo reconhecendo riscos reais de desinformação e violência política.
A ombudsman critica a demora do jornal em tratar de modo frontal o debate sobre censura após restrições que atingiam a divulgação de falas e entrevistas de Jair Bolsonaro.
O editorial critica posições de ministros sobre sigilo de fonte e sustenta que decisões recentes ampliaram o risco de constrangimento sobre o trabalho jornalístico.
O jornal defende a saída do ministro e, na ausência dela, a tramitação de impeachment. O texto baseia sua posição em revelações e questionamentos públicos envolvendo a relação entre Moraes e o caso Banco Master.
Greenwald faz uma crítica frontal à concentração de poder de Moraes e relaciona o debate sobre liberdade de expressão a denúncias e reportagens envolvendo o Banco Master.
O jornal sustenta que eventuais questionamentos sobre André Mendonça não eliminam a necessidade de apurar fatos e vínculos atribuídos a Moraes no contexto da crise institucional do STF.
O editorial critica a reação interna do STF a propostas de investigação e acusa setores da Corte de bloquear escrutínio sobre Moraes.
Para separar crítica editorial de posição oficial, esta página também registra a resposta institucional. O STF sustenta, em diferentes notas e decisões, que bloqueios e sanções foram empregados para fazer cumprir ordens judiciais, proteger investigações e enfrentar conteúdos ligados a ataques às instituições democráticas.
Em abril de 2026, a Presidência do STF afirmou que um relatório norte-americano sobre liberdade de expressão trazia “caracterizações distorcidas” da natureza e do alcance das decisões da Corte. Em 2024, a Primeira Turma confirmou por unanimidade a suspensão do X.